terça-feira, 7 de maio de 2013

Como montar um projeto?


Mas todo projeto pode dar certo?
Não, nem todo o projeto se desenvolve como queremos, depende muito do todo, um projeto para ter seu resultado positivo requer estudo, pesquisa dedicação de uma equipe, do professor, do orientador, do coordenador, do diretor, do aluno e também da família. 
É possível que um projeto seja desenvolvido pela escola e só algumas turmas se destaque nos seus objetivos, isso acontece muitas vezes por falta de apoio, integração e conhecimento da equipe escolar, com o professor e seus alunos.

Podemos realizar um projeto em conjunto com outro?
Sim, claro que podemos. Posso desenvolver em minha escola um projeto de socialização entre escola e família durante o ano letivo e trabalhar outros projetos que contemplem as datas comemorativas, estações do ano, e outros temas que sejam pertinentes ao currículo escolar.


Um projeto geralmente tem esses requisitos:

1 - Título
2 - Duração do projeto
3 - Justificativa
4 - Objetivos (geral e específico)
5- Metodologia ou procedimentos metodológicos
6 - Culminância
7 - Avaliação
8 - Anexos ou atividades a serem desenvolvidas

1 - Título:
O título do projeto é onde colocaremos a nossa ideia, ele pode ser baseado em uma data comemorativa, em um acontecimento, em atitudes ou qualidades. Dependendo do título escolhido podemos ou não despertar de imediato a atenção do que estão em volta.
Exemplo:
Na semana do circo eu posso criar um título simples como:
O Circo ou Conhecendo o mundo mágico do circo.
Os dois temas tratam do mesmo projeto, mas o segundo tema nos dá uma visão geral do como vai ser desenvolvido este projeto.

2 - Duração do projeto:
Quanto tempo vai durar este projeto? A duração do projeto pode ser relativo, pode durar um dia, uma semana, um mês, um bimestre, um trimestre, um semestre ou até mesmo um ano letivo.

3 - Justificativa:
A justifica serve como uma "introdução", nela você vai relatar quais os motivos de estar desenvolvendo este projeto na escola, de onde saiu a ideia, o que fez a escola querer tratar este tema, você pode colocar a parte histórica ou literária (se for conveniente), seus desejos e anseios sobre as perspectivas do projeto. Lembre-se, não precisa escrever uma folha inteira, pois é desnecessário, sugiro de 05 a 10 linhas para a justificativa.

4 - Objetivos geral e específicos:
Alguns projetos tem objetivo geral e específicos ou apenas objetivos específicos.
O Objetivo geral é o foco principal do projeto, ele deve começar com verbo, que tem sua terminação sempre em ar, er ou ir, e deve ter apenas um verbo, evite repetir verbos em diferente terminações.
Exemplo de objetivo geral:
- Conhecer o universo circense.
Veja outro exemplo de objetivo que leva dois verbos:
- Conhecer e compreender o universo circense.
Viram, dois verbos no mesmo objetivo cria uma dualidade sem fundamento, sem necessidade, já que os verbos transmitem a mesma ideia.
Nos objetivos gerais devemos ter muito cuidado ao escolhê-los, não é bom colocar muitos objetos, pois criará muita abrangência de ideias, dependendo da duração do projeto, pode não dar tempo de concluí-lo dentro do prazo, o ideal é que tenha de três até cinco objetivos. Os projetos que elaboro teem geralmente de três a quatro e dificilmente chega a cinco, vejam exemplos de verbos que posso colocar no projeto:
Conhecer, aprender, fazer, compreender, integrar, interagir, socializar...


5 -  Metodologia ou procedimentos metodológicos
O que é metodologia?
Parte de uma ciência que estuda os métodos aos quais ela se liga ou de que se utiliza: metodologia linguística.
Nem todos os projetos tem metodologia ou precedimentos metodológicos, pois como as atividades é cada professor que escolhe e desenvolve, dependendo dos procedimentos a serem produzidos no projeto acaba deixando o professor limitado a isso. Mas a metodologia traz a maneira de como o professor poderá introduzir o tema em sala de aula, onde trará detalhes de como o professor estará trabalhando o tema do projeto de aplicando as suas atividades.

6 - Culminância:
Veja aqui o significado de culminante:
O mais elevado.
Ponto culminante, diz-se da parte mais elevada de uma coisa: o cume do monte Branco é o ponto culminante dos Alpes.
Fig. O mais alto grau possível: o ponto culminante da glória.
Ponto do céu em que um astro atinge sua maior elevação acima do horizonte.
A culminância de um projeto é justamente isso, é a finalização dele, é o fechamento, o encerramento.
No meu projeto a culminância para o projeto em que dei exemplo pode ser:
Apresentação de um show de mágica e teatro com professores para as crianças ou se for um projeto para dia das mães eu posso fechar com: Um chá para as mães com apresentação das crianças, ou se for um projeto de ciências eu posso escolher: uma feira de ciências com curiosidades e trabalhos realizados pelos alunos.
7 - Avaliação:
Como vamos avaliar os alunos em sala de aula durante o processo de desenvolvimento de suas atividades?
A avaliação pode ser qualitativa e/ou quantitativa.
A avaliação qualitativa é o grau de aquisições como socialização, interação, participação e conhecimento que o aluno terá com as atividades e com seus colegas durante as atividades.
A avalização quantitativa e geralmente feita por acumulo de notas.
Nos projetos sociais e nos projetos da educação infantil a avaliação é feita na forma qualitativa;
Exemplo:
A avaliação será feita de forma qualitativa, onde o professor poderá estar avaliando os seus alunos de acordo com o seu interesse com a atividades, participação, interação e socialização com os seus colegas e professores.
Se for quantitativa poderá ser escrita assim:
Durante o desenvolvimento do projeto serão feitos trabalhos, apresentações, revisão de cadernos, provas avaliativas. Será feito uma soma dessas atividades e o resultado terá que chegar no máximo a 100 (ou 10, dependendo da região), poderemos acrescentar notas de acordo com o comportamento e participação em sala de aula, isto ficando a critério do professor.
Dependendo do projeto ele poderá ter avaliação qualitativa e quantitativa.

8 - Anexos ou atividades a serem desenvolvidas
Os anexos ou atividades a serem desenvolvidas são sugestões de atividades que os professores poderão aplicar com os seus alunos, lembrando que falamos em sugestões, o professor pode ou não aproveitar as atividades, mas geralmente esses anexos são de grande valia pois como o professor não tem tempo nem ferramentes suficientes para elaborar suas atividades eles aproveitam essas atividades para complementar os objetivos do projeto.
Observação: As atividades tem que ser condizentes com o objetivos do projeto



EBF É Festa no Altar



sábado, 4 de maio de 2013

Bodas de Casamento e seus Significados

A palavra boda vem do latim votum, que significa promessa. Conforme significado religioso é a promessa que um homem e uma mulher podem fazer diante de Deus, realizando seu compromisso em um altar consagrado (uma promessa para toda a vida).


Todo aniversáriode casamento é importante para os casais felizes. Por isso esse momento tão especial deve ser comemorado em todo o seu esplendor, unindo cada elementos que contribue para que essa promessa tenha força simbólica que merece .


Na cultura ocidental é tradição comemorar com bodas os eventos relativos ao casamento. Para marcar cada um desses eventos se associa a cada data das bodas algum material que o represente. Segue abaixo a lista com todas as bodas e seus significados.
(para ver o significado clicar em cimado  nome de cada boda):




2º Bodas de Algodão




3º Bodas de Trigo ou Couro




4º Bodas de Flores, Frutas ou Cera


 


5º Bodas de Madeira ou Ferro





6º Bodas de Perfume ou Açúcar





7º Bodas de Latão ou Lã





8º Bodas de Papoula ou Barro




9º Bodas de Cerâmica ou Vime



10º Bodas de Estanho ou Zinco













Apagão da família

Carlos Alberto Di Franco
A sociedade assiste, assombrada, a uma escalada de crimes ocorridos no âmbito de famílias de classe média. Transformou-se o crime familiar em pauta ordinária das editorias de polícia. O inimigo já não está somente nas esquinas e vielas da cidade sem rosto,  mas dentro dos lares. Mudam os personagens, mas as histórias de famílias destruídas pelo ódio e pelas drogas se repetem. A violência não se oculta sob a máscara anônima da marginalidade. Surpreendentemente, vítimas e criminosos assinam o mesmo sobrenome e estão unidos pela indissolubilidade do DNA.
A multiplicação dos crimes em família tem deixado a opinião pública em estado de choque. Paira no ar a mesma pergunta que Fellini pôs na boca de um dos personagens do seu filme Ensaio de Orquestra, quando, ao contemplar o caos que tomara conta dos músicos depois da destituição do maestro, pergunta, perplexo: “Como é que chegamos a isto?” A interrogação está subjacente nas reações de todos nós, caros leitores, que, atordoados, tentamos encontrar resposta para a escalada de maldade que tomou conta do cotidiano.
A tragédia que tem fustigado algumas famílias aparece tingida por marcas típicas da atual crônica policial: uso de drogas, dissolução da família e crise da autoridade. Não sou juiz de ninguém. Mas minha experiência profissional indica a presença de um elo que dá unidade aos  crimes que destruíram inúmeros lares: o esgarçamento das relações familiares. Há exceções, é claro. Desequilíbrios e patologias independem da boa vontade de pais e filhos. A regra, no entanto, indica que o crime hediondo costuma ser o dramático corolário de um silogismo que se fundamenta nas premissas do egoísmo e da ausência, sobretudo paterna. A desestruturação da família está, de fato, na raiz da tragédia.
Se a crescente falange de jovens criminosos deixa algo claro, é o fato de que cada vez mais pais não conhecem os seus filhos (e filhos também não se interessam por seus pais e avós). Na falta do carinho e do diálogo, os jovens crescem sem referencias morais e âncoras afetivas. Recebem boas mesadas, carros e viagens. Mas, certamente, trocariam tudo isso pela presença dos pais. Sua resposta é uma explosiva combinação de revolta e ódio. Psiquiatras, inúmeros, tentam encontrar explicações nos meandros das patologias mentais. Podem ter razão. Mas nem sempre. Independentemente dos possíveis surtos psicóticos, causa imediata de crimes brutais, a grande doença dos nossos dias tem um nome menos técnico, mas mais cruel: a desumanização das relações familiares. O crime intra e extra lar medra no terreno fertilizado pela ausência. O uso das drogas, verdadeiro estopim da loucura final, é, frequentemente, o resultado da falência da família.
A ausência de limites e a crise da autoridade estão na outra ponta do problema. Transformou-se o prazer em regra absoluta. O sacrifício, a renúncia e o sofrimento, realidades inerentes ao cotidiano de todos nós, foram excomungados pelo marketing do consumismo alucinado. Decretada a demissão dos limites e suprimido qualquer assomo de autoridade (dos pais, da escola e do Estado), sobra a barbárie. A responsabilidade, consequência direta e imediata dos atos humanos, simplesmente evaporou. Em todos os campos. O político ladrão e aético não vai para a cadeia. Renuncia ao mandato. O delinquente juvenil não responde por seus atos.  É “de menor”.
Certas teorias no campo da educação, cultivadas em escolas que fizeram uma opção preferencial pela permissividade, também estão apresentando um amargo resultado. Uma legião de desajustados, crescida à sombra do dogma da educação não traumatizante, está mostrando a sua face perversa. Ao traçar o perfil de alguns desvios da sociedade norte-americana, o sociólogo Christopher Lach (autor do livro A Rebelião das Elites) sublinha as dramáticas consequências que estão ocultas sob a aparência da tolerância: “Gastamos a maior parte da nossa energia no combate à vergonha e à culpa, pretendendo que as pessoas se sentissem bem consigo mesmas.” O saldo é uma geração desorientada e vazia. A despersonalização da culpa e a certeza da impunidade têm gerado uma onda de superpredadores. O inchaço do ego e o emagrecimento da solidariedade estão na origem de inúmeras patologias. A forja do caráter, compatível com o clima de verdadeira liberdade, começa a ganhar contornos de solução válida. A pena é que tenhamos de pagar um preço tão alto para redescobrir o óbvio.
O pragmatismo e a irresponsabilidade de alguns setores do mundo do entretenimento estão na outra ponta do problema. A valorização do sucesso sem limites éticos, a apresentação de desvios comportamentais num clima de normalidade e a consagração da impunidade têm colaborado para o aparecimento de mauricinhos do crime. Apoiados numa manipulação do conceito de liberdade artística e de expressão, alguns programas de TV crescem à sombra da exploração das paixões humanas.
As análises dos especialistas e as políticas públicas esgrimem inúmeros argumentos politicamente corretos. Fala-se de tudo. Menos da crise da família e da demissão da autoridade. Mas o nó está aí. Se não tivermos a coragem e a firmeza de desatá-lo, assistiremos a uma espiral de crueldade sem precedentes. É só uma questão de tempo. Já estamos ouvindo as primeiras explosões do barril de pólvora. O horror dos lares destruídos pelo ódio não está nas telas dos cinemas. Está batendo às portas das casas de um Brasil que precisa resgatar a cordialidade captada pela poderosa lente de Sérgio Buarque de Holanda (o pai do Chico) no seu memorável Raízes do Brasil.

Bodas de Casamento

Boda (pronuncia-se "bôda") é a festa que celebra o aniversário de casamento. No Brasil. é costume dizer Bodas, no plural. As bodas de prata (vinte e cinco anos de casamento) e de ouro (cinqüenta) são as mais conhecidas e comemoradas.
Todas as datas e aniversários são importantes para os casais felizes. Mas enquanto as comemorações dos primeiros aniversários de casamento passam-se na intimidade, em geral as bodas maiores assumem um caráter eminentemente social. É quando a comemoração exige maior brilho e maior destaque. Em geral, não só a família, mas todos os amigos são convocados para participar do acontecimento.
Poucas pessoas conhecem a origem etimológica da palavra boda. Ela provém da palavra latina votum, que significa promessa. Desta forma, quando se diz "minha boda" estamos dizendo "minha promessa".

De acordo com o seu significado religioso, sem dúvida é a promessa por excelência, que um homem e uma mulher podem fazer diante de Deus, realizando seu compromisso de esposo e esposa diante de um altar consagrado. Uma promessa para toda a vida, e esse é o ditame de seu ritual.
Por isso esse momento tão especial deverá ser comemorado em toda sua magnitude, unido a cada um dos elementos que contribuem para que essa promessa tenha a força simbólica que merece.
A própria definicação da palavra casamento (ou matrimônio) reforça esse caráter solene. Segundo os dicionários:
Casamento: ato de casar, união legítima entre homem e mulher, matrimônio, cerimônia ou festa nupcial.
Casamento: sm. 1. União solene entre duas pessoas de sexos diferentes, com legitimação religiosa e/ou civil; núpcias. 2. A cerimônia dessa união. 3. Fig. Aliança, união. (Dicionário Aurélio).
É tradicional, na cultura ocidental, se comemorar com bodas os eventos relativos ao casamento, e com o jubileu, outros fatos marcantes da vida social. Para marcar cada um desses eventos se associa a cada data das bodas algum material que o represente. Por exemplo:
OURO: O ouro fascina a humanidade desde a sua descoberta. De todos os metais, apenas ele reúne beleza, brilho, virtual indestrutibilidade e maleabilidade.
DIAMANTE: Da palavra grega "adamas" que significa força e eternidade do amor surgiu a denominação diamante.
Normalmente as alianças de casamento são confeccionadas em ouro, simbolizando a indestrutibilidade dessa união. Nas joalherias, tradicionalmente são produzidas alianças específicas para as bodas de prata e bodas de ouro.alianças - pesquise preços

O anel como sinal de comprometimento, ou seja, a aliança, foi utilizada a primeira vez pela Civilizacao Romana repetindo-se esta tradição até hoje em outros povos. As alianças de casamento assumem um papel de grande importância nessa comemoração, pelo próprio significado do nome dado a essa jóia:
aliança de ouro
Aliança: ato ou efeito de aliar, casamento, anel de noivado ou de casamento.
Aliar ( do latim "alligare" ) : unir, fazer ligação, harmonizar, combinar, agrupar, unir em casamento, ligar-se, confederar-se, casar-se."
Conta-se que por volta de 1800 eram divididas ao meio e internamente tinham escritas frases como "Para sempre" e "Eu te amo", ou pedras encrustadas.
Embora a maioria das pessoas só conheça as bodas de prata (25) e de ouro (50), a cultura popular associou um material para cada aniversário de casamento, independentemente dos anéis, que representa uma nova etapa de vida.
Haja criatividade!
Embora ocorram variações nos materiais associados, a lista abaixo é a que encontramos mais freqüentemente:
01º - Bodas de Papel
02º - Bodas de Algodão
03º - Bodas de Couro ou Trigo
04º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º - Bodas de Madeira ou Ferro
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime
10º - Bodas de Estanho ou Zinco
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim
15º - Bodas de Cristal
16º - Bodas de Safira ou Turmalina
17º - Bodas de Rosa
18º - Bodas de Turquesa
19º - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20º - Bodas de Porcelana
21º - Bodas de Zircão
22º - Bodas de Louça
23º - Bodas de Palha
24º - Bodas de Opala

25º - Bodas de Prata

26º - Bodas de Alexandrita
27º - Bodas de Crisoprásio
28º - Bodas de Hematita
29º - Bodas de Erva
30º - Bodas de Pérola
31º - Bodas de Nácar
32º - Bodas de Pinho
33º - Bodas de Crizopala
34º - Bodas de Oliveira
35º - Bodas de Coral
36º - Bodas de Cedro
37º - Bodas de Aventurina
38º - Bodas de Carvalho
39º - Bodas de Mármore
40º - Bodas de Esmeralda
41º - Bodas de Seda
42º - Bodas de Prata dourada
43º - Bodas de Azeviche
44º - Bodas de Carbonato

45º - Bodas de Rubi

46º - Bodas de Alabastro
47º - Bodas de Jaspe
48º - Bodas de Granito
49º - Bodas de Heliotrópio

50º - Bodas de Ouro

51º - Bodas de Bronze
52º - Bodas de Argila
53º - Bodas de Antimônio
54º - Bodas de Níquel
55º - Bodas de Ametista
56º - Bodas de Malaquita
57º - Bodas de Lápis-lazúli
58º - Bodas de Vidro
59º - Bodas de Cereja

60º - Bodas de Diamante
61º - Bodas de Cobre
62º - Bodas de Telurita
63º - Bodas de Sândalo
aliança com brilhante - compare preço de anéis
64º - Bodas de Fabulita
65º - Bodas de Platina
66º - Bodas de Ébano
67º - Bodas de Neve
68º - Bodas de Chumbo
69º - Bodas de Mercúrio
70º - Bodas de Vinho
71º - Bodas de Zinco
72º - Bodas de Aveia
73º - Bodas de Manjerona
74º - Bodas de Macieira

75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
76º - Bodas de Cipestre
77º - Bodas de Alfazema
78º - Bodas de Benjoim
79º - Bodas de Café
80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
81º - Bodas de Cacau
82º - Bodas de Cravo
83º - Bodas de Begônia
84º - Bodas de Crisântemo
85º - Bodas de Girassol
86º - Bodas de Hortênsia
87º - Bodas de Nogueira
88º - Bodas de Pêra
89º - Bodas de Figueira
90º - Bodas de Álamo
91º - Bodas de Pinheiro
92º - Bodas de Salgueiro
93º - Bodas de Imbuia
94º - Bodas de Palmeira
95º - Bodas de Sândalo
96º - Bodas de Oliveira
97º - Bodas de Abeto
98º - Bodas de Pinheiro
99º - Bodas de Salgueiro
100º - Bodas de Jequitibá
Vale a pena comemorar! Não achas? Então faça acontecer, faça valer a pena!

Por que maio é considerado o mês das noivas?

Vestida com um longo vestido branco, linda…e  a espera de seu príncipe encantado no altar. Hoje é seu dia, todos estão ali para homenageá-la, ela está nervosa, segura o choro para não borrar a maquiagem, mas não consegue e sem querer desce a primeira lágrima, todos se emocionam, enfim, saí o primeiro beijo e esse dia entra para historia,  passa a ser o dia mais feliz de sua vida! E estamos falando de quem?! Delas mesmas as  noivas afinal  esse é o seu mês.
Muitos sabem que maio é considerado o mês das noivas, mas ninguém sabe o real o porquê. Existem hoje diversas hipóteses para explicar porque maio é considerado os mês das noivas,  mas a maioria deles não possuem um argumentos fortes. Além da falta de comprovações. Pesquisamos e descobrimos algumas possíveis e remotas explicações e trouxemos elas para vocês.
Uma muito curiosa é  datada da idade média. Maio era o mês onde as pessoas tomavam seu primeiro banho anual, afinal no hemisfério norte é o começo da primavera, além disso naquela época não tinha calefação muito mesmo chuveiro elétrico então era praticamente impossível tomar banho em temperaturas abaixo de zero. Esse era o momento ideal para o casório, afinal depois de um banho dava para amenizar o odor das noivas e dos noivos, elas caprichavam tomando  banho com muitas flores e ainda levavam perto ao seu corpo um ramo bem perfumadas delas que acabou virando tradição e o chamamos de bouquet.
Outra explicação é que maio é considerado o mês das flores no velho continente e um dos meses mais bonitos do ano por lá, o que casa com a teoria do banho.
Para a igreja católica maio é considerado o mês da consagração de Maria, mãe de Jesus Cristo, como a influência da igreja católica era forte naquela época, essa passa a ser a hipótese mais aceita por todos, mesmo sem haver nenhuma passagem bíblica afirmando o fato. A comemoração do dia das mães para o segundo domingo de maio também tem uma forte influência do cristianismo. A partir deste fato maio passou a ser considerado o melhor mês para a união de casais e até hoje é considerado pelos ocidentais como o mês das noivas.
E vocês sabem algo interessante sobre esse mês?! Conta para a gente, vamos adorar saber e dividir por aqui.

Por que maio é o mês das noivas?

Cotidiano

Tudo indica que seja por causa de uma tradição importada dos países do hemisfério norte, onde maio é um mês muito importante para os costumes populares. "Naquela parte do mundo, a chegada de maio é celebrada com muitas flores, em homenagem à natureza que refloresce e à primavera que por lá atinge a plenitude. Ao longo dos séculos, esses elementos foram sendo associados à celebração do amor no casamento. Essa mesma ligação com as flores e a feminilidade fez com que maio, além de mês das noivas, também fosse considerado o mês das mães e de Maria", diz o padre e teólogo Pedro Iwashita, do Instituto Teológico de São Paulo. De qualquer forma, o costume de realizar os casórios em maio anda perdendo força. No Brasil, um estudo da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), em São Paulo, mostrou que os paulistas preferem casar em dezembro, mês que concentrou 14,5% dos matrimônios de 2002. Por aqui, parece que a tradição cedeu lugar à praticidade: os entrevistados afirmaram que as férias de final de ano e o empurrãozinho do 13º salário foram decisivos na hora de escolher a data. Mesmo na Europa, o mês de maio não é um consenso na hora de unir maridos e mulheres. Em países como a Inglaterra, junho é considerado o mês ideal - trata-se de uma tradição da Antiguidade, quando os romanos homenageavam Juno, deusa das mulheres e dos casamentos. Na América do Norte, os americanos preferem dizer "sim" em fevereiro, considerado o mês nacional dos casamentos. Por lá, vale tudo para celebrar a união perto do Dia dos Namorados, o Valentine’s Day, que naquele país é comemorado em 14 de fevereiro e não em 12 de junho, como no Brasil.